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Os bastidores de cada gôndola 01/06/2017 14:11:41

Em sua 9a edição, o estudo Consumidores e Categorias detalha o universo de consumo de 69 importantes categorias. Os dados permitem, ao supermercadista, corrigir rotas e definir estratégias para vender mais de cada gôndola

 

A informação é a base para qualquer negócio e traz consigo um poder transformador para quem sabe usá-la de maneira prática e estratégica. Essa é a finalidade do estudo Consumidores e Categorias, desenvolvido pela Kantar Worldpanel, com exclusividade para SuperHiper.

 

O levantamento está em sua 9a edição e traz, sob a ótica do consumidor, importantes dados relacionados ao consumo de dezenas de categorias, majoritariamente com bom giro de vendas. Compreender o desempenho de produtos que não podem faltar nas lojas e o perfil de quem os compra é fundamental para tomar decisões que farão gôndolas vendedoras.

 

Nas páginas a seguir, o leitor encontra análises detalhadas, sobre as compras e o consumo em 2016, de categorias pertencentes às cestas de mercearias seca e líquida, refrigerados, higiene e beleza, limpeza e bazar. Por todas elas, o Shopper brasileiro gastou, em média, R$ 4.687, ao longo do ano; valor que supera, em 19,7%, o desembolso registrado em 2015, que ficou em R$ 3.915.

 

O valor do tíquete médio acompanhou o mesmo ritmo, passando de R$ 32 para R$ 38, aumento de 18,7%. Este desembolso se somou em 122 idas do shopper aos pontos de venda, mesma frequência do estudo anterior. Com relação ao perfil do shopper, nota-se que a classe C continua puxando o consumo brasileiro. Esta faixa socioeconômica respondeu por 47% das vendas das categorias analisadas neste estudo.

 

Na comparação com o ano anterior, houve variação positiva de 1 ponto percentual. Na sequência estão as classes A/B, com 28% de importância, e D/E, com representatividade de 26%. A principal motivação para o shopper ir aos pontos de venda foi o abastecimento da despensa, missão que representou 42% das vendas. Tais comercializações se concentraram no canal supermercado, que respondeu por 42% dos desembolsos.

 

Este formato, no entanto, perdeu espaço na preferência do consumidor e recuou 4 p.p. Parte desta demanda migrou para o hipermercado e o atacarejo, onde ambos avançaram 1 p.p. Assim, o hiper fechou o ano com uma participação de 5% e o atacarejo, 8%.

 

 

Clique aqui e leia a matéria na íntegra

 



 

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