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De quem é a responsabilidade do GC? 02/06/2016 10:19:46

Confira quais são os departamentos de empresas supermercadistas que influenciam diretamente na prática de gerenciamento por categorias, na abertura deste oitavo estudo realizado pela Kantar Worldpanel para SuperHiper, que traz o perfil de consumo para importantes categorias

 

É crescente, no autosserviço brasileiro, as discussões e projetos relacionados ao gerenciamento por categoria (GC). Mas, na prática, quais são as providências que antecedem a implantação deste processo dentro da loja? E quem são os responsáveis pela sua efi ciência e continuidade, garantindo, assim, uma melhor experiência de compra aos clientes e, consequentemente, mais vendas? Ajustar o sortimento de uma categoria e expô-la adequadamente é apenas a ponta do iceberg quando o assunto é GC. Para que ele saia do papel e se torne realidade, é preciso que haja a soma de um bom planejamento prévio com o envolvimento e sinergia de diversas áreas da empresa.


Ou seja, não é apenas do time de GC, seja ele interno ou terceirizado, a responsabilidade pelo êxito deste processo. O gerenciamento por categoria, portanto, é uma missão que deve ser incorporada à cultura de toda a empresa que pretende executá-lo. De acordo com o diretor do ECR Brasil, Claudio Czapski, toda a loja muda com o GC. "É muito importante que o supermercadista tenha em mente que nenhumdepartamento é mais importante que o outro, pois todos têm o seu papel e devem agir de maneira orquestrada", esclarece o especialista. "Não adianta planejar o gerenciamento por categoria, por exemplo, se o marketing não fizer a parte dele, se os preços não estiverem coerentes ou se houver gargalos na área comercial."


A equipe do GC tem uma missão processual, não sendo ela quem estabelece a estratégia da companhia, como definição de público-alvo, posicionamento de imagem, política de precificação, dentre outras questões. "É por isso que o gerenciamento por categoria começa pelo seu alinhamento com as estratégias deve ser incorporada à cultura de toda a empresa que pretende executá-lo.


De acordo com o diretor do ECR Brasil, Claudio Czapski, toda a loja muda com o GC. "É muito importante que o supermercadista tenha em mente que nenhum departamento é mais importante que o outro, pois todos têm o seu papel e devem agir de maneira orquestrada", esclarece o especialista. "Não adianta planejar o gerenciamento por categoria, por exemplo, se o marketing não fizer a parte dele, se os preços não estiverem coerentes ou se houver gargalos na área comercial."

A equipe do GC tem uma missão processual, não sendo ela quem estabelece a estratégia da companhia, como definição de público-alvo, posicionamento de imagem, política de precificação, dentre outras questões. "É por isso que o gerenciamento por categoria começa pelo seu alinhamento com as estratégias


Trabalho em equipe


Para a diretora da Connect Shopper, Fátima Merlin, "o GC é uma oportunidade de o varejista colocar ordem na casa e ter as diversas áreas de sua empresa trabalhando com muita sinergia". No GC, a área comercial tem uma relevância vital. "Este setor deixa de ser uma figura compradora, focada apenas no curto prazo, e passa a exercer uma importante contribuição na gestão da categoria, pensando no longo prazo", explica Oliveira. "Ou seja, o comprador deixa de pensar em como vai fechar o mês e passa a focar em como ele trabalhará a categoria ao longo do ano."


Fátima também destaca que o time do comercial deve estabelecer uma política de introdução e exclusão de itens, bem como garantir acordos comerciais que sejam favoráveis à empresa e ao shopper. "Além disso, para que o GC funcione, a logística deve possuir uma política de abastecimento eficiente e monitorar indicadores estratégicos, como ruptura e giro de estoque."


Para a especialista, outra área essencial para a execução de uma boa estratégia de GC é o marketing, cujo escopo é bastante amplo. Cabe a este setor zelar pela comunicação visual, analisar a concorrência e o comportamento do mercado e desenvolver estudos e métodos de análise e relacionamento com os clientes.


"Não podemos esquecer ainda da frente responsável pela definição dos preços. Não adianta desenhar o GC se a precificação não está adequada, prejudicando a margem do varejista ou inviabilizando as vendas", observa Fátima. "E, logicamente, o pessoal de operações tem uma enorme missão no processo de gerenciamento por categoria.
Do que adianta ter um bom time de comercial, uma logística eficiente, uma política de precificação e comunicação estratégia, se o produto não estiver na gôndola? A equipe operacional da loja deve garantir uma boa execução e zelar pela manutenção do planograma definido ou pelo guia de exposição fornecido pela indústria", afirma Fátima.


As áreas que impactam no GC apontadas pela diretora da Connect Shopper não param por aí. Até mesmo o setor de recursos humanos (no que diz respeito à capacitação), o setor de cadastro de produtos e de TI (tecnologia da informação) são apontadas pela consultora como grandes aliadas no processo de gerenciamento por categorias. "Em resumo, todas as áreas têm o seu papel. Para que GC funcione bem, o trabalho em equipe é indispensável."

 



 

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